Estive pensando:
O sucesso de um artísta é definido por algumas questões fixas de valores variáveis.
No caso, posso falar sobre música e artes plásticas.
A qualidade alquímica da compreensão do objetivo que o indivíduo consegue materializar em forma de poesia para os sentidos humanos.
Sendo três fatores fundamentais para sua aceitação na sociedade e possível inserção cultural ao longo do tempo temos, no caso do artísta, sua história e nome, sua técnica e a forma como ele vê o mundo (que possivelmente é a forma que o mundo ô vê, porém deformada).
No caso do produto também defini três fatores, o impacto se dá ao nível de realidade transformada e abrangência, coerência entre o sentimento e execusão e embalagem.
Entre outros bla bla blás podemos agora ver claramente a censura que existe em nossa cultura bastando elevar a publicidade do comércio à um patamar artístico ou pior ainda, descer a arte abaixo do patamar da publicidade, e isso significa que teremos belas embalagens com “nada” dentro, e “nada” é poderoso, a embalagem apela fortemente para os sentidos, principalmente os desejos e os chamados “pecados”.
Submersos em cinismo, somos pegos violentamente por ações paradoxais no sentido inverso do que seria o ideal.
Num país burro e corrúpto, só nos resta apelar para as religiões e mídias tradicionais (ambos corrúptos) e quando o bixo pegar pro lado de cada um, teremos a polícia em grande peso voltando, controlada pela parcela corrúpta…. estamos fodidos.
Quero dizer.. gastar o cu artístico com publicidade é o maior crime desta era, neste país, contra sí próprio.
Tendo isto tudo em mente eu consigo visualizar diversos tipos de materiais artísticos revolucionários, porém seriam sim de péssimo tom mas de extrema realidade alquimizada.
Agora falo por mim, em caráter de artísta, de cidadão, homem e humano. Estou farto do humor brasileiro, farto de publicidades que enaltecem questões estúpidas do cotidiano (como venda e mais venda de automóveis, cartões de crédito, cerveja e etc), estou farto de ciclos intermináveis de hipocrisia política e farto da nossa própria cultura inútil (e catequisadora ao invés de virtuosa).
No canto mais obscuro e mais sincero da minha mente eu desejo o simples desaparecimento (não me importa como) dessas coisas e pessoas responsáveis, para não citar nomes (até porque tem muita gente oculta aí na lista) também me atrevo a crucificar falsos ídolos, profetas, mártires e etc.
Crianças brasileiras (pseudo-artístas), se não crescermos vamos morrer igual babacas com giz de cera nas mãos.
E sim, eu posso estar completamente enganado :D
PS: é por isso que artísta geralmente é pobre.
No caso do produto também defini três fatores, o impacto se dá ao nível de realidade transformada e abrangência, coerência entre o sentimento e execusão e embalagem.
Entre outros bla bla blás podemos agora ver claramente a censura que existe em nossa cultura bastando elevar a publicidade do comércio à um patamar artístico ou pior ainda, descer a arte abaixo do patamar da publicidade, e isso significa que teremos belas embalagens com “nada” dentro, e “nada” é poderoso, a embalagem apela fortemente para os sentidos, principalmente os desejos e os chamados “pecados”.
Submersos em cinismo, somos pegos violentamente por ações paradoxais no sentido inverso do que seria o ideal.
Num país burro e corrúpto, só nos resta apelar para as religiões e mídias tradicionais (ambos corrúptos) e quando o bixo pegar pro lado de cada um, teremos a polícia em grande peso voltando, controlada pela parcela corrúpta…. estamos fodidos.
Quero dizer.. gastar o cu artístico com publicidade é o maior crime desta era, neste país, contra sí próprio.
Tendo isto tudo em mente eu consigo visualizar diversos tipos de materiais artísticos revolucionários, porém seriam sim de péssimo tom mas de extrema realidade alquimizada.
Agora falo por mim, em caráter de artísta, de cidadão, homem e humano. Estou farto do humor brasileiro, farto de publicidades que enaltecem questões estúpidas do cotidiano (como venda e mais venda de automóveis, cartões de crédito, cerveja e etc), estou farto de ciclos intermináveis de hipocrisia política e farto da nossa própria cultura inútil (e catequisadora ao invés de virtuosa).
No canto mais obscuro e mais sincero da minha mente eu desejo o simples desaparecimento (não me importa como) dessas coisas e pessoas responsáveis, para não citar nomes (até porque tem muita gente oculta aí na lista) também me atrevo a crucificar falsos ídolos, profetas, mártires e etc.
Crianças brasileiras (pseudo-artístas), se não crescermos vamos morrer igual babacas com giz de cera nas mãos.
E sim, eu posso estar completamente enganado :D
PS: é por isso que artísta geralmente é pobre.
